The Promised Neverland 1x02 – 131045
“Vamos mudar o mundo!”
MINHA NOSSA,
QUE TENSÃO DO INÍCIO AO FIM! É impressionante como o tom mudou do episódio de
estreia para esse… ainda que soubéssemos que alguma coisa estava errada desde o início, antes da grande
revelação do episódio passado (quando Norman e Emma vão atrás de Conny com o
coelhinho que ela está deixando para trás ao ser “adotada”), “The Promised Neverland” era cheio de
cores… agora, com o tom sombrio que a trama assumiu, tudo é muito mais macabro
e escuro, e mesmo os momentos “à luz do dia” são meio sem cor… e isso ajuda a
construir o tom sombrio em uma trama repleta de SUSPENSE e que nos angustia por
não sabermos aonde vamos chegar – estou ansioso para ver o plano de Emma,
Norman e Ray em ação, e estou bastante
curioso para saber o que tem do
lado de lá do muro… me parece que eles não estarão mais seguros do lado de fora.
Mas como
permanecer na Casa depois de tudo?
Claro que não
vai ser nada fácil fingir para a “Mamãe” que eles não sabem de nada… Emma está apavorada, e tem pesadelos com o
assassinato de Conny durante a noite, e ela acorda estranha e cabisbaixa na manhã seguinte – enquanto isso, Norman age
da maneira mais natural possível,
porque se eles deixarem de sorrir e fingir que amam aquele lugar, a Mamãe descobrirá tudo e então eles não terão
como escapar… e, na verdade, também ainda existem outras coisas a serem
investigadas – por exemplo, como eles são escolhidos para o envio?
Aparentemente, crianças de 6 anos são enviadas quando têm notas baixas nos
testes, enquanto crianças de 12 anos são levadas de qualquer jeito… por isso,
Emma, Norman e Ray se mantiveram seguros até então, mas o que exatamente aqueles testes têm a ver com a escolha para o
envio?
Isso não pode influenciar no gosto da
“carne”, pode?
Segundo a
teoria de Norman, o próximo envio só
deve acontecer dentro de 2 meses, e é o tempo que eles têm para descobrir como escapar daquele lugar… a primeira
ideia deles é fugir pela floresta, mas eles descobrem um muro muito alto, sem
segurança, mas também totalmente liso e, portanto, impossível de escalar…
quando Norman e Emma voltam da floresta no fim do recreio naquela manhã, a
Mamãe tem uma “cena” para fazer, um
recado para passar: um dos garotinhos menores chega correndo desesperado,
dizendo que “perdeu Naila na floresta”, e então a Mamãe olha o “relógio de
bolso” que sempre leva consigo e sai em busca da criança perdida, retornando
logo em seguida com ela no colo: “É como
se a Mamãe soubesse exatamente onde Naila estava. Ela nos mostrou o relógio
para fazermos a conexão. ‘Não vou deixar nenhum de vocês escaparem’. É isso que
ela está nos dizendo”.
As crianças
têm rastreadores.
Ao menos
agora Norman e Emma sabem que Mamãe é
a grande inimiga, mas saber disso também torna quase impossível fingir quando precisam… como quando a Mamãe encontra
Emma sozinha no corredor. Ela pergunta se está tudo bem, porque a nota
diferente, e Emma precisa de todo o sangue frio que consegue reunir para interpretar… ela abraça a Mamãe, dizendo
que ama a Casa e a ama, e ela ainda fala de Conny… por segundos dolorosos, o
clima fica tenso e não sabemos o que Mamãe vai fazer, mas Emma tenta
desconversar, dizendo que “Conny dissera que, quando crescer, quer ser uma
Mamãe como ela”. É um golpe doloroso, admito, e tudo é tenso e angustiante…
mais uma vez, repito: QUE SUSPENSE PERFEITO. Como quando Mamãe pergunta a Emma
e Norman se “eles foram ao portão na noite anterior”, e Norman diz que não…
“As regras não permitem”.
Norman e Emma
reúnem toalhas de mesa para fazerem uma corda e escalar o muro, e cogitam a
hipótese de contar tudo a Ray, porque ele pode ajudar, sem contar que ele “sabe
um pouco de tudo” e “leva jeito com máquinas”. Ao ouvir falarem dele, Ray
aparece de seu esconderijo, depois de tê-los seguido por saber que eles estavam
aprontando algo. Norman e Emma contam tudo a Ray, da fazenda e dos
demônios, e ele aceita sem escândalos, porque sabe que deve ser verdade –
Norman nunca inventaria algo assim. Mas ele acha impossível escapar com todos,
como Emma insiste: afinal de contas, eles são 37 crianças, várias de menos de 5
anos de idade, e tem a Mamãe, os demônios e os rastreadores… além do mais, eles
não sabem o que vão encontrar do lado
de fora… só o fato de essa Fazenda existir
mostra que deve haver uma sociedade de demônios do lado de fora.
“Não é um lugar onde humanos podem viver. Se
levarmos todos, vamos todos morrer”
Mas Emma é
determinada e não vai deixar sua família
para trás. Ainda que o perigo seja mais eminente para o trio, ela quer salvar
todos os seus irmãos: “Se não existe um
lugar para humanos lá fora, vamos criar o nosso. Vamos mudar o mundo!”, ela
diz. Emma e Ray brigam por suas divergências, enquanto Norman ri, e admira Emma
pela sua capacidade de, ainda que em sua situação, se preocupar mais com os
outros que com ela mesma… Ray tenta fazê-lo recobrar o juízo, dizendo que ele
não pode estar concordando com Emma e que será muito mais fácil escapar só os
três, mas a energia de Emma já o contagiou, e ele vai embarcar nesse “bote de
lama”, como Ray o nomeia… “Eu gosto dela,
e quero ver a Emma sempre sorrindo”. E se não há outra maneira, Ray também
embarcará no bote… afinal de contas,
ainda que não concorde com o plano, ele jamais os abandonaria.
Mas tudo vai
se complicar. Agora, temos uma nova criança, um bebê: Carol.
E uma nova
adulta, uma nova inimiga: Irmã Krone.
Para mais postagens de The Promised Neverland, clique
aqui.
Comentários
Postar um comentário